Olá Engenheiros!

 

Segundo a sugestão da Profª Mayara, estamos dando início ao fórum, no qual os acadêmicos do 8ª semestre, vão discutir semanalmente questões relacionadas a disciplina de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos e Bacias Hidrográficas. Essa atividade será avaliativa, de acordo com a explicação da Profª em sala de aula. Os comentários devem ser postados nesta página e devem (obrigatóriamente) estar relacionados aos assuntos em questão.

 

Para participar do fórum, é necessário:

Clicar em "responder": Na pergunta feita pela Professora, não na resposta do seu colega. (Só responda o comentário de seu colega caso queira argumentar ou acrescentar algo).

Nome do acadêmico: em letra minúscula.

Assunto: Deve escrever qual fórum você está respondendo, por exemplo “Fórum 1”, “Fórum 2”..

"Comentários relacionados ao tema proposto pela professora".

 

*Lembrando que aqueles alunos que participarem de todas as discussões podem ter até 1,5 pontos na média final.

 

 

 

Fórum

Data: 29/11/2011

De: ELISANGELA SABAI

Assunto: Re:Fórum 4

Estudo de caso:
APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO
POTÁVEIS EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO: ESTUDO DE CASO
EM FLORIANÓPOLIS – SC

Através deste estudo foi estimado o potencial de economia de água potável obtido por meio da implantação de um sistema de aproveitamento de água pluvial para fins não potáveis no SENAI/Florianópolis, Centro de Tecnologia em Automação e Informática do SENAI/SC, Inicialmente, a fim de estimar os usos finais de água, foi realizado um levantamento de dados acerca da população que ocupa o prédio, medições de vazão dos aparelhos sanitários e faturas de consumos de água. As informações referentes à população de alunos, professores e funcionários do SENAI/Florianópolis foram utilizadas para definir as amostras das diferentes categorias de usuários a ser entrevistados.
Na avaliação do potencial de economia de água potável, verificou-se primeiramente que um percentual 63,5% dos usos finais é utilizado em fins não potáveis (vasos sanitários, mictórios, limpeza geral, irrigação de jardins e lavação de carros). Desta forma, definiu-se que esse percentual de água potável, que corresponde a um volume de 5.561 litros/dia, poderia ser
substituído por água pluvial.
Foi realizada uma análise de viabilidade econômica da implantação do
sistema. Foram levantados, através de uma pesquisa de mercado, os preços médios atuais dos materiais, equipamentos e mão-de-obra, entre outros custos existentes. Desta forma, o custo total de implantação do sistema de aproveitamento de água pluvial foi orçado em R$ 17.615,56. Por fim, com base na economia mensal de água potável gerada e no custo total de implantação do sistema, estima-se que o período de retorno do investimento é de 4 anos e
10 meses. Portanto, com o presente estudo constatou-se que a implantação de um sistema de aproveitamento de água pluvial no SENAI/Florianópolis mostrou-se economicamente viável, pois proporcionaria grande potencial de economia de água potável, trazendo benefícios financeiros em médio prazo e benefícios ambientais imediatos por preservar os recursos hídricos da região.

Data: 28/11/2011

De: Prof. Mayara

Assunto: Fórum 4

Interessante...

Empresa Panozon Ambiental S.A. - ramo têxtil

Em parceria com pesquisadores que vinham estudando o uso do ozônio para promover o desbotamento de tecidos utilizados na confecção de peças de vestuário, genericamente conhecido como estonagem ou “stone washed”, foi desenvolvido o sistema Desbot Clean (patente requerida). Ele possibilita o desbotamento do tecido de denim, malha, meia-malha e outros, usando apenas a água ozonizada e, paralelamente, tratando a água dentro da própria máquina lavadora onde o processo se realiza, fazendo com que ao final do processo o efluente final seja apenas água clarificada e isenta de resíduos sólidos.

Descrição da Medida Adotada
Como alternativa mais eficiente e menos poluente, o DesbO3t Clean é um sistema inédito no Brasil. Desenvolvido com tecnologia à base de ozônio para processos de remoção da cor de tecidos, utiliza como agente de desbotamento apenas água ozonizada, em temperatura ambiente e livre de resíduos poluentes.

Descrição dos Investimentos
Investimento Inicial:
- Projeto / Instalação: ~ R$200.000,00
- Novas tubulações/reservatórios para água potável: ~R$ 70.000,00
Custos Mensais:
- Produtos químicos e energia elétrica: ~ R$ 2.000,00
- Redução dos gastos com o fornecimento de água externo: ~ R$ 12.000,00 (após custo operacional, manutenção e depreciação)
Economia Mensal na Implantação:
- R$ 35.000,00 na compra de água
- Retorno do capital: ~ 16 meses
Média mensal de economia Atual: R$98800,00

Resultados Ambientais e Econômicos
Redução de até 90% do volume de água consumido no processo (com conseqüente redução de efluentes): esta redução se deve à menor quantidade de banhos de processamento na fase da remoção de cor, que passa de três volumes para apenas um em cada batelada. Existe, ainda, a possibilidade de reaproveitar a água de processamento da batelada para a produção da próxima, sendo necessário repor apenas o volume de água incorporado ao tecido. As peças serão centrifugadas e a água lançada da centrífuga para o sistema coletor de efluentes líquidos.

Redução de 100% no consumo de energia para geração de calor: uma vez que o tratamento com ozônio se processa a temperatura ambiente, os custos com geração de vapor para aquecimento da água de processo são eliminados. Com isso, são economizados recursos e, nos casos em que a energia é obtida via combustíveis fósseis, o processo colabora para minimizar também a queima desses combustíveis, trazendo enormes ganhos ambientais e econômicos para o usuário. Para novas instalações, o uso da tecnologia possibilita investimentos menores em sistemas de aquecimento.

Redução do desgaste dos tecidos: O uso de pedras provoca danos em costuras, bolsos, aviamentos etc. Como o ozônio ataca os corantes e não os tecidos, praticamente estes danos deixam de existir.

Aumento da vida útil das lavadoras: as máquinas lavadoras que utilizam pedras precisam ser construídas com materiais reforçados para resistir melhor ao desgaste provocado pelas mesmas. Mesmo assim, a manutenção constante e a substituição periódica dos cestos (aço inoxidável) das máquinas é uma realidade entre as empresas que trabalham com este sistema.

Economia nas Estações de Tratamento de Efluentes: devido ao menor volume de água consumido e melhor qualidade do efluente gerado, obtém-se economia tanto no projeto quanto na operação das estações. Poderá, em alguns casos, existir a necessidade de remoção de alguns compostos químicos oriundos dos processos oxidativos, que dependerão apenas de um processo físico-químico para redução de DQO (se necessário, dependendo do volume das máquinas e da quantidade de reuso da água de processo).






Data: 28/11/2011

De: Prof. Mayara

Assunto: Prêmio Ambiental - Reuso da água


6º Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água: 2011
Ganhadora: Eletrolux (unidade de São Carlos, SP)

A matéria sobre a premiação pode ser lida na íntegra acessando o link abaixo:

<https://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2011/03/22/electrolux_resumo.pdf>

Data: 28/11/2011

De: Gabriela Girotto

Assunto: Fórum 4.

Encontrei um material muito interessante no qual fala sobre um projeto de "Reúso da água na UFRJ".

O projeto do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica da UFRJ prevê economia R$ 80 mil por ano com abastecimento a partir de um investimento de R$ 15 mil.
Ele tem como objetivo destinar à irrigação de jardins e canteiros ornamentais do campus parte do esgoto sanitário produzido para atividades de ensino e pesquisa na Cidade Universitária e tratado no CESA. A iniciativa do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente será conduzida no Centro Experimental de Saneamento Ambiental da UFRJ (CESA/UFRJ).
O projeto, segundo seu coordenador, o professor Isaac Volschan Jr, resultará na economia dos 24 mil litros diários de água potável utilizados atualmente para esta finalidade, que geram uma despesa anual de aproximadamente R$ 80 mil.
O investimento de R$ 15 mil será utilizado na construção de unidades de tratamento terciário, para desinfecção do efluente. "Tínhamos apenas o secundário, não suficiente para alcançar o padrão necessário para o reuso, então construímos as unidades de filtração terciárias, uma unidade para desinfecção do esgotos e uma unidade para armazenar a água", diz o professor.

Data: 29/11/2011

De: Prof. Mayara

Assunto: Fórum 5.

De que maneira o uso dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) podem ser úteis para a gestão dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas? Discorra sobre o assunto de forma objetiva, procurando enfatizar em quais fases do planejamento o uso destas ferramentas são importantes.

(O fórum 5 poderá ser respondido do dia 28 de novembro ao dia 02 de dezembro).

Data: 01/12/2011

De: Franciele

Assunto: Re:Fórum 5.

Ele reune, consiste e divulga dados referêntes a gestão de recursos hídricos. Otimizando assim o planejamento e aumentando a eficiência do uso da água. Esse sistema disponibiliza a análise e verificação de diversos cenários.

Data: 01/12/2011

De: Rafael R. Rossoni

Assunto: Re:Fórum 5.

O (SIG) auxilia a identificar qual é a área que a bacia hidrográfica abrange; qual a vegetação que cobre a bacia; quais as atividades que são realizadas no local, por exemplo se for agricultura, se é uma cultura que depende do uso de agrotóxicos ou não. Enfim o SIG ajuda a identificar todos os possíveis contaminantes e riscos que a bacia pode sofrer, e deve ser usado na etapa de caracterização do recurso hídrico na fase de planejamento, assim pode-se obter quais medidas devem ser tomadas e aonde elas serão executadas.

Data: 01/12/2011

De: Gabriela Girotto

Assunto: Fórum 5.

A confecção de um Sistema de Informações Geográficas – SIG sobre os Recursos Hídricos é uma importante ferramenta para padronização e disponibilização de informações referentes aos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. Os Comitês de Bacias são os locais ideais para se discutir a implantação e o uso da tecnologia SIG para auxílio ao planejamento, gerenciamento, diagnósticos do meio físico, avaliações de impactos e monitoramento da bacia hidrográfica.

Data: 01/12/2011

De: Bárbara David

Assunto: Re:Fórum 5.

Concordo com o Rafael, pois deixa mais visível a área da bacia Hidrografica podendo assim ser feito um monitoramento periódico de uso e ocupação do solo que tem influencia na bacia, Além de que as informações obtidas seriam unificadas, ficando então um sistema padrão de monitoramento.

Data: 01/12/2011

De: Paulo Henrique Spies

Assunto: Re:Fórum 5.

O Sistema de Informações Geográficas permite prover dados e informações geoespaciais de suporte à gestão de recursos hídricos. Portanto o SIG é de extrema importância durante a fase de diagnóstico atual dos recursos hídricos dentro de uma bacia, isso porque, possibilita que seja determinado a área que a bacia ocupa e quais as principais características, tanto de uso do solo, clima, vegetação, etc. Com um bom diagnóstico torna-se muito mais fácil e preciso, quando da elaboração de um plano de recursos hídricos, estabelecer cenários hipotéticos para o futuro, porque há uma boa base que permite o conhecimento acerca da atuação de cada fator específico sobre recursos hídricos e como estes reagirão à atuação conjunta de todos estes fatores no futuro.

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